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Projeto

Em 2012, começamos a planear um sonho que trazíamos connosco há vários anos, o de dar uma volta ao mundo de barco em família. Tínhamos na altura uma filha, Benita e o nosso desejo de alargar a família fez-nos adiar um pouco mais viagem. Em 2013, nasceu o Leonardo e reunimos as primeiras condições para a realização do nosso sonho, as emocionais.
Largamos amarras dia 6 de Novembro de 2016 para realizar uma circum-navegação à vela, em família, durante 2 anos. Ambicionamos com esta viagem conhecer o Mundo, partilha-lo, educar os nossos filhos e fazer algo com impacto social e ambiental, na procura de um mundo melhor!

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Temos muitos Sonhos, alguns Planos e 9 Objectivos:

1.  Pretendemos perceber os lugares, trocar aprendizagens, criar laços, recolher histórias e tentar deixar algo por onde passarmos. Visitaremos Escolas, Associações, ONG’s ou outras organizações, para nos apresentarmos, dar a conhecer de onde vimos e o que estamos a fazer. Nestes contactos usaremos a Caixa dos Açores, que transportará elementos relacionados com o património cultural, histórico, geológico e geográfico da nossa Região e onde haverá uma saco vazio, onde convidaremos as pessoas a colocarem algo sobre a sua terra, para, juntamente com imagens e outros conteúdos, concebermos, no nosso regresso, uma exposição itinerante que nos permita partilhar com todos a nossa Viagem;

2.  Em parceria com o GRACE, pretendemos promover a partilha global de boas práticas de Responsabilidade Social;

3.  Enquanto voluntários da Sailors For the Sea – Portugal, e com o apoio desta organização, pretendemos realizar actividades de consciencialização para a sustentabilidade dos Mares e Oceanos dirigidas a crianças (escolas, ONG´s, etc.);

4.  Pretendemos mapear açorianos pelo mundo, assim como manifestações açorianas, que divulgaremos neste site promovendo assim a valorização da cultura e gentes açorianas;

5.  Procuramos aumentar a união familiar. Sentimos que vivemos numa Sociedade orientada para o trabalho, com requisitos que muitas vezes nos impedem de nos dedicarmos a amar, cuidar e educar os nossos filhos como gostaríamos. Questionamos se está certo que os professores passem mais tempo com os nossos filhos do que nós e qual será o impacto disto nas famílias e na própria Sociedade;

6. Pretendemos que seja um “gap year” para todos, um intervalo para encontrarmos novos interesses, desenvolver novos talentos, aprender com outras culturas, com a diversidade e a maravilhosa multiculturalidade que se tornará  acessível e que tanto nos pode ensinar sobre desafios, tolerância e compaixão;

7.  Dar oportunidade aos nossos filhos de se desenvolverem num formato diferente, onde todas as perguntas são válidas, todos os desafios e problemas superáveis, onde a aprendizagem se faz pela experiência e onde a autonomia e a preocupação ambiental são tão importantes como aprender a ler. Pretendemos ainda dota-los de competências de “marinheiragem” para que possam tornar-se também velejadores;

8.  Enquanto psicóloga e mãe, venho a alimentar a ideia de, durante esta viagem, não só fazer o meu Diário de viagem, como incentivar a minha filha Benita, de 6 anos, a fazer o seu, sem qualquer interferência minha, pois acredito que o resultado poderá ser muito interessante no sentido de podermos comparar a visão de um adulto e de uma criança sobre a mesma viagem e que viagem!…

9.  Partilhar as personalidades interessantes que se cruzarão connosco nesta Aventura;